LITERACIA LETRAS VIVAS

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Avaliação para 9º ano- 8ª série


SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
Diretoria de São Bernardo do Campo
Escola Estadual “BRAZÍLIA TONDI DE LIMA

                                                 
NOME:                                                                         Nº      SÉRIE:            DATA:     /   /2013

2ºBIMESTRE 
AVALIAÇÃO BIMESTRAL DE : Língua Portuguesa 9º ano
                                        PROFESSORA: EDINEIA KLINGER.  
                                                                                                
                                                                                                               NOTA:
COMPETENCIAS E HABILIDADES: Objetivo: Ler, compreender, interpretar, localizar informações explícitas, inferir informações implícitas, identificar, relacionar e responder as questões. Reconhecer essa diferença é essencial para que o aluno possa tornar-se mais crítico, de modo a ser capaz de distinguir o que é um fato, um acontecimento, da interpretação que é dada a esse fato pelo autor do texto. Produzir textos coerentes e coesos de acordo com a norma padrão.
Valor da avaliação: 10 pontos
                                                   Miséria e fome no Brasil

   O Brasil, apesar de ser um dos países mais ricos do mundo, já que possuímos o 8º maior PIB do mundo, continua registrando um dos maiores índices de miséria e fome, um triste retrato, e uma dura realidade, que atinge mais de 32 milhões de habitantes em nosso país, ou seja, podemos dizer que aproximadamente 16,30% de nossa população passa fome. Mesmo com os R$ 4143 trilhões que o Brasil gerou em seu PIB só em 2011, ainda existem milhões de homens, mulheres, idosos, crianças e bebês que simplesmente morrem de fome.

   Hoje a fome e a miséria atinge grande parte da população, principalmente nas áreas mais afastadas, onde as condições para se ter uma vida digna são escassas. O Nordeste é uma das regiões que mais sofre com esse problema, isso porque a maior parte da riqueza nacional está concentrada nas regiões sul e sudeste. Apesar disso, mesmo nas cidades mais ricas do país podemos notar a enorme quantidade de pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza.

Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte também é um problema que atinge parte da população, mas que felizmente nos últimos anos o problema da miséria e da fome está sendo amenizado, porém, ainda está longe do ideal. Programas governamentais como o Bolsa Família e o Fome Zero, ajudam em parte a amenizar o problema, porém tais programas não conseguem atingir 100% da população carente.

   Cerca de 12,9 milhões de crianças morrem a cada ano no Brasil antes dos 5 anos de vida, desse percentual, estima-se que quase a metade das mortes esteja relacionada a miséria na qual vivem. Outro absurdo em números, é que menos de 10% da população de nosso país possui em suas mãos toda a riqueza nacional. Sendo a má distribuição de renda uma das principais e mais fortes causas da fome e miséria. E o país se intitula democrata.

   Além dos fatores já citados acima também pode destacar a má administração dos bens, recursos públicos e naturais do nosso país, corrupção, o desvio de verbas, a falta de interesse da população geral em acompanhar os gastos públicos também abrem espaço para que a miséria continue sendo uma triste realidade de inúmeras pessoas.

  Existem maneiras de acabar com a fome que assola milhões e milhões de pessoas em nosso país e em nosso planeta, entre as principais medidas que poderiam ser tomadas, e que já foram propostas por inúmeras organizações governamentais e não governamentais de todo o mundo estão à ajuda que os países desenvolvidos deveriam dar aos países mais pobres. Também deveria ocorrer a doação de sementes e doação de terras para que os produtores pudessem cultivar seu sustento. O incentivo a cultura e educação. Enquanto os países ainda não se unem para acabar com esse terrível mal, você pode fazer sua parte, ajudando alguma instituição ou família de sua cidade!
                                                                                 http://blogmail.com.br/miseria-e-fome-no-brasil/

Após a leitura e os debates em sala sobre o problema da fome no Brasil, responda as questões. Leia quantas vezes for necessário para o bom entendimento.

1)        Relembrando as aulas anteriores explique sobre o que venha ser um país democrata? (democracia). (1 ponto)

2)        Por que nas áreas mais afastadas o problema da fome agrava-se?(1 ponto)

3)        Fazendo sua inferência a palavra que está em negrito no texto (amenizados) e a frase (O incentivo a cultura e educação) tem quais significados? Explique. (1 ponto)



4)Retire do texto fragmentos que comprovem a miséria no Brasil. Não se esqueça de que quando é uma citação precisamos de que sinal gráfico?(2 pontos)


5)        Faça a leitura da charge e construa sua argumentação. Lembrando os princípios da norma culta e da argumentação: introdução, desenvolvimento e conclusão. Não se esqueça de colocar o título. (5pontos)





domingo, 16 de junho de 2013



SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM
9ºano
TRABALHANDO A COMPETÊNCIA LEITORA
Texto: Pausa – Moacyr Scliar

OBJETIVOS

- Que o aluno reconheça o gênero crônica e suas características;
- Que o aluno explore o conhecimento de mundo e faça o levantamento de hipóteses.


TEMPO PREVISTO

6 aulas

CONTEÚDOS

- Características do gênero;
- As diferentes formas de percepção do cotidiano;
- Ampliação do vocabulário.

COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

- Identificar a finalidade de um texto, seu gênero e assunto principal;
- Inferir informação pressuposta ou subentendida em um texto literário, com base na sua compreensão global;
- Inferir opiniões ou conceitos pressupostos ou subentendidos em um texto.


ESTRATÉGIAS

Análise e comparação do conto em diferentes mídias, intervindo por meio das estratégias de leitura.

RECURSOS

Texto Pausa, caderno do professor, internet, áudio e vídeo.
Filme: Matilda

AVALIAÇÃO

Análise do gênero crônica e dos pontos de vista apresentados (oralidade)

REFERÊNCIAS

ROJO, Roxane. Letramento e capacidades de leitura para a cidadania. São Paulo: SEE: CENP, 2004.

SCLIAR, Moacyr. In: BOSI, Alfredo. o conto brasileiro contemporâneo. São Paulo: Cutrix, 1997.


Matilda – Direção: Danny Devito, 102 min., 1996

Rosivaldo Casant


PLANO DE AULA DO CURSO MELHOR GESTÃO, MELHOR ENSINO

" PAUSA" DE MOACYR SCLIAR
                               SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM
  TEXTO: “PAUSA” DE MOACYR SCLIAR

 Série/Ano: 8º/ 9º 

 Tempo Previsto: 8 aulas                    
 Objetivo: Mostrar a vida conjugal (Família) e conscientizá-lo sobre o respeito mútuo e  resgates de valores morais e éticos.

Conteúdos: As características da crônica (estrutura, sutileza, subjetividade).

Competências e Habilidades: 
-Leitora e escritora;
-Inferir o tema ou o assunto principal, com base na localização de informações implícitas no texto;
-Identificar a finalidade da crônica, seu gênero e o assunto principal;
-Comparar e inferir a crônica com o filme.

Estratégias:

Perceptuais, cognição social e o principal metacognitivas;
Trazer a imagem de um homem com as mesmas características do personagem desse texto (solitário, sistemático), assim como trazer a imagem de uma mulher com as mesmas características dessa do texto (azedume na voz e seca);
Debater com os alunos sobre o tema, fazendo a sondagem dos conhecimentos (sincronicidade);
Hipóteses: O título está coerente com o texto? Por quê? Esse título causou estranheza e por quê?;
Deixar pistas como palavras em negrito (rapidamente, Samuel, jovem, tinha fronte calva, máscara, Isidoro, Friozinho, fechou a porta, comeu vorazmente, silêncio, guiava lentamente, azedume na voz e seca) para o aluno (leitor) interagir com o autor (localização das informações);
Assistir o filme Gente Grande dois com o Ator Adam e comparar com a crônica de Moacyr Scliar sobre a importância da família (Comportamentos e atitudes) de modo geral;
Analisar os títulos e averiguar se há analogias e dessemelhanças entre eles (intertextualidade).

Recursos:

Imagens verbais e não verbais;
Xerox do texto com dicas (negrito);
Dicionário;
Artigo dos Direitos Humanos (Carta Magna e Tratado de Viena);
Filme Gente Grande dois com o Diretor e Ator Adam Sandler;
Xerox da sinopse do filme.

Avaliação:
 Participação oral e análise do gênero crônica e dos pontos de vista apresentados.

Bibliografia

ROJO, Roxane. Letramento e capacidades de leitura para a cidadania. São Paulo: SEE: CENP, 2004. Texto apresentado em Congresso realizado em maio de 2004.

SCLIAR, Moacyr. In: BOSI, Alfredo. o conto brasileiro contemporâneo. São Paulo: Cutrix, 1997.




Autores: Edinéia de Araujo e Rosivaldo Cabral.


quinta-feira, 13 de junho de 2013

MUNDO MÁGICO
LER LIVROS É IR PARA AS ALTURAS, VIVENCIAR A EMOÇÃO.
É SOLTAR A IMAGINAÇÃO E FAZER PARTE DELA.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

DESBRAILIZAÇÃO NO SÉCULO 21

                                       Tecnologias afastam a leitura pelo tato
     A tecnologia já faz parte de nosso dia a dia. A complexidade dos conhecimentos juntamente com os recursos oferecidos no campo da informática, proporciona maior rapidez também par o ensino e aprendizagem das pessoas cegas.
      Com essa praticidade de aparelhos tecnológicos, os profissionais e os deficientes visuais estão agregando-as para as novas aprendizagens.
      Ao utilizar esses instrumentos, infelizmente, de modo excessivo estão causando o afastamento por meio do Braille, ou seja, a desbrailização.
      O Braille, como sabemos, é um método de alfabetização utilizado aos cegos para adentrarem no mundo da leitura e da escrita. Ele procede da mesma forma, isto é, passa pelos mesmos caminhos, processos e desenvolvimentos cognitivos para chegar às condições leitoras e escritoras.
      Tal processo é um caminho de perseveranças, responsabilidades, parcerias, dedicações etc. Mas quando associado de maneira facilitatória venha prejudicar a construção desses desenvolvimentos.
     A tecnologia veio somar e não acomodar uma situação.
      A versatilidade desses novos instrumentos não exige tais esforços para a aprendizagem das pessoas cegas, que as utilizam como mediadores de “conhecimentos prontos”. Temos uma variedade de aparelhos para confirmar esse comodismo como: computadores, display Braille, livros falados, leitores de tela e livros digitais, aparelhos de viva voz, ou seja, leitura feita em voz alta de qualquer disciplina, que ao ser levado pelo lado da comodidade está contribuindo para que o aprendiz torne-se passivo no aprender.
      Quando o cérebro é estimulado ele absorve as letras, as pontuações, ou seja, a codificação alfabética. Por isso, a preocupação dessa facilidade que já vem “pronta” causando inércia, estagnação para o desenvolvimento do cérebro do ser humano.
     Segundo Santos(2010), discorre sobre esse assunto: “A tecnologia é um elemento de inclusão social no país, mas é preciso cuidado para que não haja uma desbrailizaçao por conta da má utilização dessas inovações”.
      A inclusão dessas ações como auxilio no processo de ensino aprendizagem para as pessoas como deficiências visuais vem aumentando o risco da desbrailizaçao.
      Esses equipamentos sendo usados de forma equilibrada é um aliado para o desenvolvimento cognitivo. Temos que somar, utilizar e usufruir tudo que a tecnologia nos oferecer, mas com devidas cautelas.
      Independente das condições fisiológicas, psicológicas, os estudos em Braille abre as pontas portas da independência, autonomia e interação com os textos e com o mundo.
      Portanto, associar e ampliar o desenvolvimento de aprendizagem, seja de uma criança ou de um adulto, é o principalmente motivo. Utilizar-se dos recursos apropriados só faz engrandecer o trabalho, mas usá-los como apoio e não como substituto do Braille. Não podemos excluir esses mecanismos tecnológicos dos deficientes visuais e sim orientá-los a não se afastarem da leitura, da escrita pelo tato. A informática nos oferece várias possibilidades para auxiliar na educação inclusa, cabe às pessoas adaptarem a sua utilização de forma correta.

Bibliografia

BELARMINO, J. As novas tecnologias e a “desbrailização”: mito ou realidade? In: SEMINÁRIO NACIONAL DE BIBLIOTECAS BRAILLE, 2., João Pessoa, 07
 a 11 de maio de 2001. Disponível em: http://intervox.nce.ufrj.br/~joana/textos/tecni08.html acesso em: 06/06/2005

BORGES, José Antônio dos Santos. Impactos das tecnologias de informação sobre os deficientes visuais. In: SILVA, Shirley; VIZIM, Marli. Políticas públicas:
educação, tecnologias e pessoas com deficiências. Campinas: Mercado de Letras, ALB, 2003. 255 p (Leituras no Brasil)

CARDOSO, Rodrigo. É o fim do Braille? São Paulo: Revista Isto é. Ed 2137, out. 2010. Disponível em: <
http://www.istoe.com.br/reportagens/_107318E+O+FIM+DO+BRAILE > Acesso em: 20 ago. 2011.

AUTORA DO TEXTO: EDINEIA ARAUJO

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Representantes do grupo


Edinéia de Araujo Vieira Klinger
Rosivaldo Cabral dos Santos



EDINEIA DE ARAUJO VIEIRA KLINGER

A leitura é fundamental para todos. Podemos acrescentar como forma de libertação, ou seja , quando lemos e conseguimos interpretar tornamos críticos e autônomos de nossos direitos. A leitura e a escritas estão embricadas e não existe só a cobrança nesse quesito do Professor de Português, isto é, todas as disciplinas estão envolvidas na aprendizagem de seu aluno. Levar os alunos a compreender o que leem pode ser difícil, mas é possível quando todos tem com os mesmos objetivos.
 Somos cobrados o tempo todo quando o discente não consegue decodificar, interpretar e elaborar textos. A estratégia em minha escola foi tomada por decisões de todos em que leríamos um texto uma vez na semana na primeira aula. Houve resistência dos alunos no começo, mas já estão se acostumando e o principal , percebendo que a medida tomada seria para o seu desenvolvimento e crescimento. Nos sextos anos adotamos a leitura de gibis, de uma forma agradável e prazerosa. Os alunos foram se adaptando a essa nova leitura. Quando a equipe trabalha junto, planeja suas ações, anota o que deu certo e o que não deu procurando mudanças,  o retorno é o esperado.

Compartilhando experiências de vida


EDINEIA DE ARAUJO VIEIRA KLINGER


 Desde pequena a leitura fascinava-me. Olhava aqueles símbolos e refletia como poderia representar nossas ideias, sentimentos etc. Meu querido irmão lia e lê e me incentivou a ler. Ele adorava ler histórias para mim. Comecei a entrar para o mundo da escrita com ajuda desse irmão e com o seriado Vila Sésamo. Não perdia um dia. Gibis, fotonovelas, livros de romances  eu sempre ganhava de minha família (irmão Jorge), mas nunca estava satisfeita. Havia uma amiguinha (Rosana) que também gostava de ler e com isso trocávamos o que tínhamos, principalmente, gibis.Depois de aprender a decodificar, vieram os entendimentos mais profundos.
  Minhas professoras, na escola primária, eram muitos severas quanto as escolhas de livros. Gibis, nem pensar! Na alfabetização não tive muitos problemas, pois a curiosidade foi sempre minha “parceira”. Cresci em meio aos livros, viajava com eles nas férias. Minhas redações sempre (para mim) eram surpreendentes. Quando fui mãe, lia muitas histórias para os meus filhos e foi quando percebi minha vocação para o professorado. Hoje leio com prazer aos meus educandos. Gosto de vê-los com os olhos de quero mais e fazê-los viajar nesse universo mágico.


                  COMPARTILHANDO EXPERIÊNCIAS LEITORAS E ESCRITORAS
ROSIVALDO CABRAL DOS SANTOS (Novo)28/5/2013 23:09.
 Nasci em uma família de retirantes nordestinos. Meus pais sempre cuidaram bem de mim e de meu irmão, mas sua visão sobre um futuro promissor através dos estudos era de pouco alcance. No entanto, atenderam-me quando pedi para estudar num colégio interno confessional. Nesse lugar, com uma quantidade enorme de livros, ficava todo atrapalhado com as leituras que me propunha fazer e, por isso, lia quatro ou cinco livros simultaneamente. Um professor descobriu que, além de ler bastante, eu também tinha lá umas coisinhas escritas; quis ler; meio acanhado entreguei-lhe uma pasta com uma porção de folhas que continham poemas e algumas coisas que se pareciam com crônicas. Para minha surpresa, dias depois, ele me consultou sobre publicar meus textos no jornal do grêmio estudantil. Permiti. Nunca mais deixei de publicar o que escrevi. 
  Depois de participar de antologias de crônicas e poesias em cerca de doze edições, anos 1990, inclusive da 14ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo – 1996 - da Editora Scortecci, resolvi fazer um voo solo e publiquei Operação Praia Grande, um infanto-juvenil , pela Editora Casa do Novo Autor, em 2004.
  Realizei-me plenamente, pois, segundo um antigo ensinamento, um homem estará realizado quando tiver plantado uma árvore (não parei nunca de plantar), tiver um filho (são algumas centenas; um biológico, 26 volumes de idade; outros, frutos da semeadura da palavra feita ao longo de décadas) e tiver escrito um livro (uma tiragem de mil livros; uns comprados por alguns a
ROSIVALDO CABRAL DOS SANTOS (Novo)28/5/2013 23:09.
 Amigos, numa noite de lançamento; alguns doados; outros guardados, mais valeu a pena). “Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”. Deus permitiu-me desenvolver as competências leitora e escritora.